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Lançada Diretriz de Atuação do Sescoop

Superintendente do Sistema OCB Nacional destacou que o Sescoop foi criado para acompanhar de perto as cooperativas brasileiras

Cooperativas fortes, com resultados sociais e econômicos cada vez maiores e fazendo sua parte para transformar a realidade das cidades brasileiras. Esse é o cenário positivo pelo qual o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) tem trabalhado desde que surgiu, há 20 anos.

E, para marcar essas duas décadas de trabalho e, ainda, visando contribuir com o desenvolvimento sustentável do movimento cooperativista brasileiro, foi lançada em Brasília a Diretriz de Atuação do Sescoop.

O evento contou com a participação de representantes das organizações estaduais do Sistema OCB, composto pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pela Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop) e, claro, pelo Sescoop.

Durante a abertura, o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, destacou que o Sescoop foi criado para acompanhar de perto as cooperativas brasileiras e, com isso, oferecer soluções para a sustentabilidade do negócio.

“Isso faz parte da missão do Sescoop: promover a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras”, reforça Nobile.

Além disso, segundo ele, a Diretriz de Atuação representa um marco na história do movimento cooperativista brasileiro. “O cooperativismo é feito por pessoas e para pessoas, por isso, a padronização dos processos é importante na busca de respostas adequadas diante da diversidade de todo o país”, avalia.

COMO VAI FUNCIONAR

O documento lançado oferece uma linha orientadora para a atuação de todas as unidades estaduais do Sescoop, considerando o contexto atual e a visão de futuro do cooperativismo brasileiro, de modo a potencializar os resultados em benefício dos cooperados e seus familiares e empregados.

“Nossa intenção é consolidar e evidenciar as ações realizadas pelo Sescoop, focadas nas cooperativas, de modo consistente e coerente com uma política nacional, de acordo com os pressupostos legais, regimentais e doutrinários. Para isso, foi necessário construir uma linha-mestra que norteie a atuação das unidades estaduais, respeitando as particularidades regionais”, explica a gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira.

Segundo ela, o modelo de atuação preconizado pela diretriz considera o desenvolvimento das pessoas, por meio da redução das lacunas de competências necessárias ao desenvolvimento das cooperativas, conforme necessidades identificadas por meio dos diagnósticos. “Assim, nosso trabalho é um ciclo virtuoso que gera mais e mais valor. Esse processo trará soluções que fazem sentido para cada cooperativa e, assim, gerará impactos positivos nos resultados”, frisa Karla.

Ela explicou, ainda, que a Diretriz de Atuação do Sescoop trabalha com base em quatro eixos de atuação:

Identidade: ajuda as cooperativas a se adequarem à legislação cooperativista, a se manterem fieis ao estatuto e a garantirem a integridade dos valores cooperativistas no dia-a-dia do negócio.

Governança: oferece um modelo de governança e liderança estratégicas baseado nos princípios cooperativistas de tomada de decisão coletiva.

Gestão: possibilita a implementação e o aperfeiçoamento de processos de gestão, com base em modelo de excelência.

Desempenho: monitora o resultado da cooperativa para que seja possível adotar medidas para a melhoria do desempenho global do negócio.

PARTICIPAÇÃO

“Temos uma grande expectativa com relação aos desdobramentos dessa Diretriz de Atuação, por isso, pedimos que todos se envolvam, afinal, o trabalho depende do empenho de todos, como Sistema. Por isso, a dedicação de cada um de nós será essencial na hora de colocar tudo isso em prática. As pessoas são o início, o meio e o fim de todo o nosso processo. Venha com a gente, e nos ajude a desenvolver as cooperativas e o cooperativismo no Brasil”, conclui Renato Nobile.

EFETIVIDADE

“A diretriz dá um Norte, ao mesmo tempo que mantém a individualidade de cada região, de cada estado, aquilo que cada um já construiu, baseado nas suas realidades e necessidades. O fato de termos um pensamento sistêmico melhora a coleta de dados e nos permite mais segurança na hora de nos expormos aos órgãos consultores e fiscalizadores”, Élvio Silveira, coordenador de Formação Profissional e do Monitoramento do Sescoop/SC

Fonte: Sistema OCB Nacional

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